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	<title>Arquivos Sustentabilidade - Lazzarin</title>
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	<description>Madeiras e Casas</description>
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		<title>Casa de madeira: solução econômica e sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas Lazzarin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2020 18:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casas de madeira]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas sobre madeira]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Casas de madeira são bastante comuns e vistas em grande número na região Sul do Brasil. Elas são a opção ideal para quem deseja reduzir custos com a construção, mas não é só isso. Há, ainda, várias outras vantagens que <a class="leia-mais" href="https://lazzarinmadeiras.com.br/casa-de-madeira-solucao-economica-e-sustentavel/">&#8230; <i class="fa fa-plus-square"></i> Mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Casas de madeira são bastante comuns e vistas em grande número na região Sul do Brasil. Elas são a opção ideal para quem deseja reduzir custos com a construção, mas não é só isso. Há, ainda, várias outras vantagens que fazem da casa de madeira uma ótima escolha.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Prossiga com a leitura e descubra por que optar por um imóvel de madeira é vantajoso tanto em termos financeiros quanto em relação à sustentabilidade e preservação do meio ambiente!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><span style="font-weight: 400;">Casa de madeira: quais as vantagens deste tipo de imóvel?</span></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">Os benefícios de optar por uma casa de madeira são vários. Confira a seguir:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Baixo custo e agilidade na construção</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma feita em madeira dispensa o uso de materiais como cimento, tijolos, argamassa e outros itens que seriam necessários para a edificação de um imóvel de alvenaria. Com isso os gastos com material de construção são bem menores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, ela pode ser executada em um prazo bem menor em comparação às casas de alvenaria e em poucos meses está pronta para morar. O resultado final é uma grande economia de recursos, já que construir uma casa de madeira pode custar em média 50% menos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Durabilidade</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitas pessoas acreditam que as casas de madeira têm uma vida útil menor, ou seja, que elas duram menos do que as casas de alvenaria. Mas, essa é uma crença sem o menor fundamento! Existem diversas espécies de madeira muito resistentes e que são ideais para uso na construção de imóveis. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Madeiras consideradas nobres, como o Ipê, o Mogno e a Maçaranduba, por exemplo, são extremamente resistentes e duráveis, necessitando somente de manutenções esporádicas. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Mesmo as madeiras menos resistentes, como o Eucalipto e a Araucária, quando tratadas adequadamente ao longo dos anos podem permanecer em ótimas condições por décadas, livres de cupins, fungos e bactérias.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Nos Estados Unidos, por exemplo, os imóveis de madeira são bastante comuns e não são utilizados apenas para fins residenciais. O país possui algumas construções em madeira datadas de 6 ou 7 séculos atrás! Não é incrível?</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Isolante térmico natural</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Você sabia que a madeira é um ótimo isolante térmico? Isso significa que casas de madeira se mantêm em uma temperatura neutra durante o ano. Assim, elas não são tão quentes no verão e nem tão geladas no inverno, por isso não necessitam tanto de aquecimento e refrigeração no dia a dia. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Usando menos aquecedores, ventiladores e aparelhos de ar condicionado, você reduz o consumo de energia elétrica e economiza dinheiro com a conta de luz todos os meses.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Mais aconchego</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As casas de madeira são naturalmente acolhedoras e transmitem um deliciosa sensação de aconchego e bem-estar. É a escolha perfeita também para quem aprecia ambientes mais rústicos, com um ar de casa no campo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Sustentabilidade</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma casa de madeira é uma casa sustentável, pois entre os materiais mais utilizados na construção civil, a madeira é o único que é renovável e isso é muito importante para a preservação do meio ambiente.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Materiais como o concreto e o aço, por exemplo, são responsáveis por emitir grandes quantidades de CO² (gás carbônico) e outros poluentes na atmosfera. No caso das florestas plantadas, como o Eucalipto e a Araucária, ocorre o contrário, pois elas contribuem para remover o CO² da atmosfera</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Madeiras Lazzarin possuem certificado do Ibama</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As madeiras utilizadas pela Lazzarin na construção de casas são certificadas pelo Ibama, o que significa que a empresa realiza a reposição da vegetação nos locais de onde foram retiradas. Além de atuar na edificação de casas, a Lazzarin também comercializa madeiras no atacado e no varejo, atendendo aos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora que você já sabe mais sobre as vantagens de construir uma casa de madeira, que tal se inspirar com estes </span><a href="https://lazzarinmadeiras.com.br/projetos/"><span style="font-weight: 400;">projetos desenvolvidos pela Lazzarin</span></a><span style="font-weight: 400;">? Você também pode optar por um projeto personalizado, do jeitinho que você sempre sonhou! </span></p>
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		<title>Reúso de água de piscinas evita desperdícios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas Lazzarin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Oct 2017 12:13:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cidade de São Paulo concentra 25 mil piscinas distribuídas em condomínios, residências e clubes, entre outros empreendimentos. Estima-se que os procedimentos de manutenção desses equipamentos de lazer consumam cerca de 1,2 bilhão de litros de água por ano. Uma <a class="leia-mais" href="https://lazzarinmadeiras.com.br/reuso-de-agua-de-piscinas-evita-desperdicios/">&#8230; <i class="fa fa-plus-square"></i> Mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de São Paulo concentra 25 mil piscinas distribuídas em condomínios, residências e clubes, entre outros empreendimentos. Estima-se que os procedimentos de manutenção desses equipamentos de lazer consumam cerca de 1,2 bilhão de litros de água por ano. Uma solução simples, implantada no sistema de limpeza, pode reduzir esse desperdício e permitir que a água seja reutilizada em outras atividades. “Por exemplo, na higienização de áreas comuns, rega de jardins – se for previamente tratada – ou outras aplicações que não envolvam o consumo humano”, explica Paulo Rodrigues Félix, sócio-gerente da Avante Treinamentos, empresa que oferece cursos para administradores de condomínios.</p>
<p>Para o processo de reúso, é necessária a instalação de um reservatório na saída do sistema de limpeza. Com isso, em vez de a água ser encaminhada para o esgoto, acaba sendo coletada. É indicado que água passe por uma peneira fina se armazenada em cisterna ou reservatórios. “Esse filtro não é necessário quando o volume for retido em tambor ou usado diretamente em máquinas de alta pressão, como as empregadas na lavagem das áreas comuns”, afirma o profissional. Impurezas comuns em piscinas, como folhas, poeira e resíduos de protetores ou bronzeadores, são retiradas no próprio sistema de limpeza.</p>
<blockquote><p>&#8220;Esse filtro não é necessário quando o volume for retido em tambor ou usado diretamente em máquinas de alta pressão, como as empregadas na lavagem das áreas comuns.&#8221;<br />
—Paulo Rodrigues Félix</p></blockquote>
<p>Se o reaproveitamento acontecer na mesma semana em que houve a captação, a água não precisa de nenhum tipo de tratamento, pois passou recentemente pelo sistema de limpeza. O reúso só não é recomendado para a água de piscina que atravessa longos períodos sem tratamento. “Isso porque o custo da filtragem é muito elevado e o investimento não compensa se comparado aos ganhos financeiros proporcionados pelo reúso”, afirma Félix.</p>
<p>Além da economia de água, os empreendimentos que adotam a alternativa têm outros benefícios, como a diminuição no valor pago às concessionárias públicas de abastecimento. “Essas empresas também cobram pela água que sai pelo esgoto”, lembra o profissional. Mesmo os condomínios que apresentam um excedente de água, podem aproveitar a solução. “Esses edifícios repassam para empreendimentos da vizinhança o volume coletado. Sempre tem alguém interessado em água”, complementa.</p>
<p>Segundo Félix, o reúso de água de piscina é prática que ainda engatinha no Brasil. “O lado positivo é que, quando a informação chega ao gestor ou aos responsáveis pela execução das manutenções, não existem barreiras para implantar a solução. Até o momento, só ouvi elogios de quem optou por essa alternativa”, diz.</p>
<blockquote><p>&#8220;Piscinas coletivas são aspiradas de uma a três vezes por semana, conforme uso e frequência. Sendo assim, nesse tipo de piscina, é possível reutilizar de quatro mil a 12 mil litros mensais.&#8221;<br />
—Paulo Rodrigues Félix</p></blockquote>
<h3>SISTEMA DE LIMPEZA</h3>
<p>A limpeza da água da piscina é executada por meio do encaminhamento desse volume para uma bomba (filtro), através de dispositivos como mangueiras, sugadores, bocal de aspiração, coadeira e ralo de fundo. Puxada pela motobomba, a água suja chega ao pré-filtro, onde as sujeiras maiores são retidas. Já as demais impurezas são retidas no filtro. Após ser limpa, segue o caminho de volta à piscina pela tubulação de retorno. A bomba, o filtro e as tubulações são dimensionados conforme o volume de água usado na piscina.</p>
<p>As impurezas retidas no filtro precisam ser retiradas, e esse processo gasta, no mínimo, mil litros de água a cada três minutos. “Piscinas coletivas são aspiradas de uma a três vezes por semana, conforme uso e frequência. Sendo assim, nesse tipo de piscina, é possível reutilizar de quatro mil a 12 mil litros mensais”, finaliza Félix.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.aecweb.com.br/cont/m/rev/reuso-de-agua-de-piscinas-evita-desperdicios_14779" target="_blank" rel="noopener">www.aecweb.com.br</a></p>
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		<title>Microgeração de energia cresce no país</title>
		<link>https://lazzarinmadeiras.com.br/microgeracao-de-energia-cresce-no-pais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas Lazzarin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Oct 2017 12:08:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulgou, no final de 2016, um estudo mostrando o crescimento de 400% do número de consumidores que produzem sua própria energia elétrica. Eram 1.155 microgeradores em setembro de 2015, universo que saltou para <a class="leia-mais" href="https://lazzarinmadeiras.com.br/microgeracao-de-energia-cresce-no-pais/">&#8230; <i class="fa fa-plus-square"></i> Mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulgou, no final de 2016, um estudo mostrando o crescimento de 400% do número de consumidores que produzem sua própria energia elétrica. Eram 1.155 microgeradores em setembro de 2015, universo que saltou para 5.525 no mesmo mês de 2016. Essa é a segunda vez seguida que o indicador apresenta evolução: em 2014, apenas 293 consumidores tinham seus próprios sistemas para geração de energia.</p>
<p>“A porcentagem pode parecer alta, entretanto ainda é pequeno o grupo de microgeradores. A quantidade cresceu, é verdade, mas em relação aos dados absolutos temos espaço para melhorar”, afirma o professor Roberto Lamberts, coordenador do Laboratório de Eficiência Energética de Edificações da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).</p>
<h3>SISTEMAS FOTOVOLTAICOS</h3>
<p>Nesse cenário, a energia solar é a mais aproveitada. Levantamento da Aneel mostra que cerca de 98,4% dos microgeradores utilizam os sistemas fotovoltaicos. “A solução é bastante procurada por ter instalação simples. Pode ser especificada para qualquer região do país e integrada aos mais diferentes tipos de edificação”, argumenta o docente.</p>
<p>Outra vantagem da tecnologia é seu tempo de retorno financeiro relativamente baixo – em média, são oito anos para compensar o investimento. Entretanto, nos locais onde a incidência da luz solar é mais frequente, cai para cinco ou seis anos o tempo necessário para o consumidor recuperar o valor investido no sistema. A expectativa é que os painéis fotovoltaicos estejam cada vez mais presentes nas coberturas das edificações. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) estima que 12% do consumo nacional será atendido pela energia solar em 2023.</p>
<p>Um fator importante que também auxilia no avanço da tecnologia fotovoltaica é a grande presença de materiais de qualidade no mercado brasileiro, tanto de produtos nacionais quanto de importados. “Nossa indústria está avançando na produção de itens com ótimo desempenho. A tendência é que, conforme haja aumento na demanda, novas empresas sejam inauguradas, colaborando para diminuir a entrada de sistemas estrangeiros”, diz o professor.</p>
<p>O estudo da Aneel apresenta também as demais tecnologias aproveitadas pelos microgeradores: eólica (0,73%), biogás (0,47%), misto de solar e eólica (0,27%), hídrica (0,09%) e biomassa (0,04%). “A geração eólica também está em expansão no Brasil, principalmente, na região Nordeste, que apresenta ventos mais constantes”, complementa.</p>
<h3>DECRETO 8.828</h3>
<p>Com o crescimento da microgeração, as concessionárias esperam que a Aneel regulamente o decreto 8.828/2016, que permite a criação da chamada tarifa binômia para os consumidores de baixa tensão. Quando os microgeradores produzem mais energia do que consomem, podem enviar o excedente para a rede de distribuição. Com isso, acumulam créditos que são revertidos em descontos quando for necessário o uso da eletricidade vinda das concessionárias públicas.</p>
<p>Com a regulamentação do decreto 8.828, as empresas responsáveis pelas redes de distribuição estariam autorizadas a cobrar pelo uso de sua infraestrutura. “Mesmo se a lei for aprovada, não acredito que tenha potencial para diminuir o interesse na microgeração, afinal as taxas só existiriam em momentos específicos”, opina Lamberts.</p>
<p>Segundo a Aneel, não existe ainda previsão para a entrada em vigor da tarifa binômia. Se no futuro ocorrer qualquer alteração, as cobranças só valerão para instalações novas, não afetando aquelas já existentes.</p>
<h3>OLHANDO PARA O FUTURO</h3>
<p>A expectativa para o futuro é que o país continue avançando em relação à energia limpa. Atualmente, o Brasil tem 45% de sua matriz energética baseada em fontes renováveis. O número poderia ser maior, afinal, no passado, já chegou a cerca de 80%. “Nas épocas chuvosas, nossa matriz com base na energia hidrelétrica é considerada limpa. O grande problema acontece quando é preciso ativar as usinas termelétricas, consideradas poluentes”, pondera Lamberts. Ele finaliza: “Também não podemos nos esquecer dos sistemas de transportes, baseados quase que totalmente em combustíveis fósseis, que contribuem muito para ‘sujar’ a matriz energética brasileira”.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.aecweb.com.br/cont/m/rev/microgeracao-de-energia-cresce-no-pais_15345_10_0?utm_source=sales_force&amp;utm_medium=email&amp;utm_term=&amp;utm_content=&amp;utm_campaign=boletim_aec_construcao_sustentavel" target="_blank" rel="noopener">www.aecweb.com.br</a></p>
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		<title>&#8220;Sustentabilidade em um conceito pleno na construção civil ainda não existe&#8221;, diz pesquisadora da UFSC</title>
		<link>https://lazzarinmadeiras.com.br/sustentabilidade-em-um-conceito-pleno-na-construcao-civil-ainda-nao-existe-diz-pesquisadora-da-ufsc/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas Lazzarin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2017 11:01:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito se fala na &#8220;maquiagem verde&#8221;, que usa o conceito de sustentabilidade para vender, mas não consegue entregar resultados. A pesquisadora do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Lisiane Ilha Librelotto, desenvolveu o modelo <a class="leia-mais" href="https://lazzarinmadeiras.com.br/sustentabilidade-em-um-conceito-pleno-na-construcao-civil-ainda-nao-existe-diz-pesquisadora-da-ufsc/">&#8230; <i class="fa fa-plus-square"></i> Mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se fala na &#8220;maquiagem verde&#8221;, que usa o conceito de sustentabilidade para vender, mas não consegue entregar resultados. A pesquisadora do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Lisiane Ilha Librelotto, desenvolveu o modelo ESA, que leva em consideração os aspectos econômicos, sociais e ambientais para avaliar a sustentabilidade da empresa construtora e comprovar a eficiência em construções. Veja a entrevista:</p>
<h3>O que caracteriza uma construção sustentável?</h3>
<p>O que caracteriza uma construção sustentável é a adoção de estratégias dentro do edifício no equilíbrio das dimensões econômicas, sociais e ambientais. O conceito de sustentabilidade surgiu como alternativa ao capitalismo. Já que não conseguimos viver sem o capital, adotamos que o capital é necessário sim, mas que as empresas que atuam dentro do mercado têm que ter responsabilidade social e impactar o mínimo possível no meio ambiente.</p>
<h3>O que um condomínio precisa ter para ser considerado sustentável?</h3>
<p>Entendo que um edifício não pode ser sustentável sem um ambiente urbano sustentável. Por exemplo, posso servir a uma construção uma série de tecnologias, como telhado verde ou os teto-jardins, geradores eólicos para energia limpa, placas fotovoltaicas, fachadas ventiladas, estratégias para isolamento térmico, mas tenho que também comprovar o desempenho dessas estratégias, ou seja, elas têm que ser eficazes. E o meio ambiente urbano tem que também cumprir o seu papel. Eu posso colocar essas tecnologias no edifício, elas funcionarem, mas o prédio ser uma ilha dentro daquele bairro ou daquela cidade. Então você não consegue chegar no prédio, porque as vias do bairro não comportam a quantidade de carros de moradores. A companhia de água não consegue fornecer a água, evidenciando um problema de compatibilidade entre oferta e demanda.</p>
<h3>Como as pessoas comuns podem identificar a sustentabilidade?</h3>
<p>Para um cliente que está à procura desse tipo de edificação, uma construção sustentável, é indicado checar junto à construtora que tipo de resultados elas já podem apresentar em relação aos edifícios que já construíram. Recomendo que, além das tecnologias que são incorporadas nesses edifícios, veja que suporte essas empresas dão para manutenção, por exemplo, dessas estratégias. Que verifiquem a credibilidade e o know-how das empresas que comercializam esses empreendimentos. O cliente tem que tentar identificar tecnologias, comprovar experiências, verificar materiais que estão sendo entregados, suporte, manutenção e condicionamento dessas estratégias.</p>
<h3>A sustentabilidade existe na construção civil?</h3>
<p>Hoje, eu posso te dizer que a sustentabilidade dentro da construção, em um conceito pleno, ainda não existe. O que nós temos são iniciativas, que nós temos que ver com bons olhos, porque é melhor fazer alguma coisa do que não fazer nada. A cultura da população local presente naquele bairro. Se há policiamento, áreas de lazer para população. E principalmente enxergando a empresa construtora e o edifício como um agente promotor do desenvolvimento urbano. Se quiser construir ali e o bairro não apresenta condições, tem de implementar as condições primeiro para depois construir, em uma parceria público/privada. Há outras iniciativas de avaliação pautadas em selos e certificações que podem ser um indicativo da sustentabilidade nos edifícios, como a certificação LEED, AQUA e destaco com veemência o Selo Casa Azul da Caixa Econômica Federal, que a meu ver deveria ser obrigatório pelo menos para alguns tipos de financiamentos. As certificações não são garantia exclusiva de sustentabilidade nas edificações, mas são bons indicativos de sua presença.</p>
<h3>Como está o cenário em Santa Catarina?</h3>
<p>Em Santa Catarina, temos sim muitas iniciativas, algumas se aproximam muito do conceito de sustentabilidade. Talvez a nossa natureza exuberante seja um apelo forte que desperta a necessidade a preservação e consumidores que valorizem iniciativas neste sentido. Também muitas das proposições como o Modelo ESA, o Selo Azul e o RTQ tiveram a participação ou são frutos de iniciativas de pesquisadores e profissionais do nosso estado. Temos na UFSC laboratórios fortes no cenário nacional, como o LABEE, LABCON e o VIRTUHAB que pensam sobre os aspectos e a complexidade de fatores que envolvemos sustentabilidade. Também promovemos um evento nacional para discutir a Sustentabilidade no Projeto, o ENSUS 2017, que ocorrerá em maio e reunirá profissionais de todo o Brasil com exposições de tecnologias e palestrantes da área. Então posso afirmar com tranquilidade que SC é uma referência neste assunto.</p>
<p>Fonte: <a href="http://dc.clicrbs.com.br/sc/estilo-de-vida/noticia/2017/01/sustentabilidade-em-um-conceito-pleno-na-construcao-civil-ainda-nao-existe-diz-pesquisadora-da-ufsc-9635146.html" target="_blank" rel="noopener">clicrbs.com.br</a></p>
<p>O post <a href="https://lazzarinmadeiras.com.br/sustentabilidade-em-um-conceito-pleno-na-construcao-civil-ainda-nao-existe-diz-pesquisadora-da-ufsc/">&#8220;Sustentabilidade em um conceito pleno na construção civil ainda não existe&#8221;, diz pesquisadora da UFSC</a> apareceu primeiro em <a href="https://lazzarinmadeiras.com.br">Lazzarin</a>.</p>
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