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	<title>Arquivos Inovações - Lazzarin</title>
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	<description>Madeiras e Casas</description>
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		<title>Cimento fosforescente é criado no México</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas Lazzarin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Sep 2016 11:43:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovações]]></category>
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<article>Uma equipe de investigadores comandada pelo professor José Carlos Rubioda, da Faculdade de Engenharia Civil da Universidade Michoacana de San Nicolás de Hidalgo, no México (UMSNH), desenvolveu um novo tipo de material de matriz cimentícia com propriedades fosforescentes. O betão fabricado com este novo cimento é capaz de absorver luz solar e pode ser utilizado na iluminação sustentável de edifícios, na sinalização de ruas e estradas, além de servir como efeito decorativo em ambientes internos e externos.Para tal os engenheiros mexicanos alteraram a microestrutura do cimento de forma a reduzir a opacidade natural inerente à aplicação deste material, o que possibilita a entrada de luz solar para o interior dos elementos de betão, durante o dia, e a emissão artificial de luz, por processos de fotoluminescência, durante o período noturno.</p>
<p>Um dos maiores desafios dos investigadores na sintetização deste novo material foi a manutenção da durabilidade e características de trabalhabilidade do cimento original. Ao contrário dos materiais poliméricos fotoluminescentes, o betão fabricado com o cimento fosforescente é capaz de resistir à ação da radiação ultravioleta sem se deteriorar prematuramente ao longo do tempo. Dessa forma, sendo capaz de manter o seu desempenho mecânico por um período similar ao do betão corrente.</p>
<p>O desenvolvimento de um cimento com propriedades óticas alteradas, que permitisse a transmissão e reflexão da luz teve por base processos químicos orgânicos.<br />
De acordo com os investigadores, o processo passa pela promoção da policondensação com elementos de sílica, resíduos industriais, hidróxido de sódio e potássio e água.</p>
<p>O processo de produção deste cimento geopolimérico realiza-se à temperatura ambiente, não requerendo o uso de altos fornos, o que implica a geração de uma pegada ecológica muito mais baixa que a associada aos mecanismos de fabrico do cimento Portland corrente ou à sintetização de plásticos fosforescentes.</p>
<p>A aplicabilidade deste cimento fotoluminescente sustentável é muito ampla, podendo ser utilizada em compartimentos interiores (com as óbvias condicionantes deste tipo de espaço) e fachadas de edifícios, parques de estacionamento e na sinalização rodoviária, entre muitos outros.</p>
<p>Depois de exposto à luz solar durante o período diurno, o betão fabricado com o novo cimento pode gerar luz durante 12 horas, um período mais do que suficiente para que a sua aplicação seja prática e possa trazer benefícios imediatos à indústria da construção.</p>
</article>
</div>
<div><strong>Fonte: </strong><a href="https://construcaocivilpet.wordpress.com/category/inovacoes/" target="_blank" rel="noopener">construcaocivilpet.wordpress.com</a></div>
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		<title>Cuidados no reaproveitamento da água da chuva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas Lazzarin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2016 11:53:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Coleta de água da chuva Apesar de ser uma técnica relativamente simples, o aproveitamento de água da chuva possui requisitos mínimos que devem ser respeitados para garantir o funcionamento do sistema e, principalmente, para assegurar a qualidade dos volumes coletados. <a class="leia-mais" href="https://lazzarinmadeiras.com.br/cuidados-no-reaproveitamento-da-agua-da-chuva/">&#8230; <i class="fa fa-plus-square"></i> Mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Coleta de água da chuva</h3>
<p>Apesar de ser uma técnica relativamente simples, o aproveitamento de água da chuva possui requisitos mínimos que devem ser respeitados para garantir o funcionamento do sistema e, principalmente, para assegurar a qualidade dos volumes coletados.</p>
<p>O telhado ou a laje de cobertura da edificação funcionam como área de captação. &#8220;Jamais deve-se fazer a captação a partir de pisos&#8221;, explica o pesquisador Luciano Zanella, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT).</p>
<p>Calhas e tubos direcionam facilmente as águas até um reservatório, mas é preciso prever um sistema de tratamento, cuja complexidade vai depender dos usos pretendidos.</p>
<p>Em alguns casos, pode-se pensar em uma rede de distribuição da água para pontos de consumo de água não potável, caso das bacias sanitárias. Em edificações já construídas, entretanto, é indicado optar por sistemas simplificados, uma vez que o custo de novas instalações hidráulicas prejudicará a viabilidade financeira do projeto.</p>
<p>Dois aspectos não podem ser ignorados: o espaço disponível para a instalação do reservatório e, quando a intenção for instalá-lo sobre a laje de cobertura, a capacidade da estrutura para suportar o peso adicional. &#8220;A carga extra de um reservatório cheio de água pode não ser suportada por alguns tipos de construção&#8221;, ressalta Zanella.</p>
<p>A capacidade de reservação deve levar em conta a demanda por água não potável. O número de usuários e seus hábitos de consumo, além das diversas aplicações que essa água pode ter na edificação, como limpeza de pisos e rega de jardins, também precisam ser levados em conta.</p>
<h3>Tratamento da água de chuva</h3>
<p>É imprescindível, alertam os pesquisadores do IPT, desprezar as primeiras chuvas. São elas que vão arrastar os poluentes presentes no ar e lavar a sujeira acumulada na área de captação. As recomendações técnicas indicam um descarte em torno de um a dois litros de água da primeira chuva para cada metro quadrado de telhado. Assim, se a cobertura tem 20 metros quadrados, é necessário desconsiderar um volume entre 20 e 40 litros.</p>
<p>Um sistema mínimo de tratamento das águas pluviais envolve não somente o descarte das primeiras águas, mas a remoção dos sólidos, como folhas, galhos e areia, por meio da utilização de filtro ou tela. &#8220;É recomendada a desinfecção com compostos de cloro, quando existir a possibilidade de contato da água com a pele do usuário ou quando o tempo de armazenamento for longo,&#8221; esclarece o pesquisador Wolney Castilho Alves.</p>
<p>Sistemas permanentes de aproveitamento da água da chuva, instalados com o objetivo de suplementar o abastecimento para fins não potáveis, demandam sistemas mais complexos de tratamento. É possível encontrar no mercado filtros e componentes de desinfecção que devem ser empregados nesses casos. É exigido, para sistemas de uso integrados à edificação, um projeto elaborado por profissional devidamente habilitado.</p>
<h3>Armazenamento de água</h3>
<p>A qualidade da água está diretamente relacionada com o seu armazenamento. Por isso, é fundamental manter o reservatório com tampa e com quaisquer aberturas fechadas para evitar a proliferação de mosquitos ou mesmo a contaminação da água pela entrada de ratos ou insetos.</p>
<p>Além disso, o reservatório deve ser protegido de impactos e da luz solar, e também se deve prever uma saída de fundo no reservatório que propicie sua limpeza, quando for necessária. Os pesquisadores do IPT alertam ainda para a importância de manter o reservatório longe do acesso de crianças para evitar acidentes.</p>
<p>O mais comum é utilizar a água de chuva para a rega de jardins e plantações, lavagem de carros e pisos e também em descargas de bacias sanitárias. Em condições anormais de abastecimento, desde que se mantenha a forma adequada de coleta, tratamento e armazenamento, é possível considerar o uso para lavagem de roupas, louças e para o banho.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=coleta-uso-agua-chuva&amp;id=010125150" target="_blank" rel="noopener">www.inovacaotecnologica.com.br</a></p>
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